A indiferença multiplica a pobreza

A pobreza não é fruto do destino, mas uma consequência do egoísmo, é o que ressalta o Papa Francisco em sua mensagem para o Dia Mundial dos Pobres.

O Papa nos recorda das palavras ditas pelo próprio Cristo, em uma refeição feita na casa de Simão, alguns dias antes da Páscoa: “Sempre tereis pobres entre vós” (Mc 14, 7). Como narra o evangelista, entrou lá uma mulher com um vaso de alabastro cheio de perfume muito precioso e derramou-o sobre a cabeça de Jesus. Este gesto suscitou grande estupefação e deu origem a muitas reações. 

A primeira dos discípulos que, vendo quão valioso era o perfume, questionaram se não seria mais sábio vendê-lo e dar o dinheiro aos pobres. E a segunda de Jesus, que acolhe aquele ato como uma antecipação da unção do seu corpo sem vida antes de ser colocado no sepulcro. Jesus recorda-lhes que Ele é o primeiro pobre, o mais pobre entre os pobres, porque os representa a todos. E é também em nome dos pobres, das pessoas abandonadas, marginalizadas e discriminadas que o Filho de Deus aceita o gesto daquela mulher.

E a segunda de Jesus, que acolhe aquele ato como uma antecipação da unção do seu corpo sem vida antes de ser colocado no sepulcro. Jesus recorda-lhes que Ele é o primeiro pobre, o mais pobre entre os pobres, porque os representa a todos.

Jesus mostra-nos a grandiosidade do ato da mulher e o grande consolo que ela oferece. De fato, ela enxergou muito mais do que os discípulos. Percebemos assim que, antes de qualquer ato de misericórdia, existe antes um olhar empático que vê o necessitado. Não há caridade sem um olhar atento, que enxerga e percebe a dor do outro. 

Tanto que assim fala o Papa:

“Um estilo de vida individualista é cúmplice na geração da pobreza e, muitas vezes, descarrega sobre os pobres toda a responsabilidade da sua condição. Mas a pobreza não é fruto do destino; é consequência do egoísmo. Portanto é decisivo dar vida a processos de desenvolvimento onde se valorizem as capacidades de todos, para que a complementaridade das competências e a diversidade das funções conduzam a um recurso comum de participação.”

Para Francisco, sempre existirão pobres para que possamos nos lembrar de fazer o bem! E todos do Projeto Benfeitor da Paz concordam com isso! Os pobres existem para nos fazer amar mais, ajudar mais, consolar mais! 

Por isso, queremos convidar você para viver conosco a experiência de levar esperança nova para alguém que sofre! 

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